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sábado, 18 de junho de 2011

Incentivo à indústria têxtil brasileira é tema de debate no SPFW


Frente parlamentar pretende encorajar a produção nacional de tecidos através da redução de impostos.

Oswaldo Rosset, empresário, Rafael Cervone, Diretor Executivo Texbrasil, Vanderlei Macris, Deputado Federal e Fernando Pimentel, Diretor Superintendente da ABIT.
Oswaldo Rosset, empresário, Rafael Cervone, Diretor Executivo Texbrasil, Vanderlei Macris, Deputado Federal e Fernando Pimentel, Diretor Superintendente da ABIT.
Representantes da Frente Parlamentar do Setor Têxtil  se reuniram para discutir a indústria da moda nacional no lounge da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), durante o SPFW. O tema mais debatido foi o incentivo à fabricação de tecidos no Brasil e à exportação, que viria por meio da redução de impostos para os fabricantes.
A Frente Parlamentar, liderada pelo Deputado Federal Henrique Fontana (PT), já possui representantes de diversos partidos e irá se reunir com o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, no próximo dia 22 para discutir essas ações.
Segundo o Deputado Federal Vanderlei Macris (PSDB), coordenador da frente em São Paulo, o maior desafio para o produtor brasileiro é competir com a China. Dados da ABIT mostram que as importações de vestuário cresceram 16 vezes nos últimos dez anos, ameaçando a indústria têxtil nacional, que hoje é a segunda maior geradora de empregos do Brasil. “O objetivo é conscientizar o governo federal de que ele precisa caminhar junto com a indústria da moda. É preciso reduzir impostos e impedir a importação ilegal e o superfaturamento”, afirma Macris.
Números apresentados pelo diretor executivo da Texbrasil (Programa Estratégico da Cadeia Têxtil Brasileira), Rafael Cernone, comprovam a relevância da indústria têxtil. No Brasil, há cerca de 30 mil empresas de moda, que geram 8 milhões de empregos. “Só no nosso país temos todos os elos da cadeia de produção – desde a agricultura, que fornece as fibras do tecido, até o design. Ter a produção e o consumidor tão próximos cria uma cultura de moda no país”, explica Cernone. “Nosso objetivo é ter uma indústria mais forte, que respeite as leis trabalhistas e que seja sustentável”, resume Bonduki. “Temos a biodiversidade e a produção sustentável como vantagens competitivas sobre a China, além da criatividade de nossos estilistas, como vemos aqui no SPFW”, completa Macris.