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terça-feira, 17 de maio de 2011

VERANIKA ANTSIPAVA | VOGUE CHINA MARCH 2011

Nos anais da história editorial da revista, a redefinição de uma história para a publicação em um mercado diferente, tem aproximadamente o mesmo nível dequebrar buzz notícia como um coma em andamento. No entanto, a história que sedesenrola diz mais sobre a Revista Mountain e meus hábitos de compras periódicasdo que sobre o vasto império Condé Nast. A história é simples. Tendo feito a minhacompra mensal regular da Vogue China, descobri que Veranika Ford Antsipavarecursos no 2011 edição de março fotografado por Carter Smith em "cuidados da pele" editorial curiosamente intitulado "Lazy = Feio." Bem, acontece que esta história também correu como um editorial de moda adequado no Allure março 2011sob o título ". Flora e Fauna" tosser Pretentious que eu sou, eu não tenho esse problema real (ou qualquer) do Allure. No final, porém o meu problema é referênciaVogue China. O que posso dizer é que a editora de beleza Solo Li faz uma refeiçãodeste disparar pelo preenchimento de várias páginas de apoio com tiros de produtos cosméticos e caracteres chineses suficiente para encher um clube de comédia de Xangai. Veredicto: comprar Allure Março de 2011, economizar R $ 25,e ver o caminho mais do modelo da Bielo-Rússia, a quem todos nós fantasia.

Créditos incluem: Publicação, Vogue China Março de 2011; título, "Lazy = Feio";Fotografia, Carter Smith, editor de Moda, Paulo Cavaco; cabelo, Serge Normant doSerge Normant no John Frieda, maquiagem, Polly Osmand, Manicure, BernadetteThompson ; estilista Prop, Stefan Beckman, editor sênior da beleza, Solo Li.

Publicação, Allure Março de 2011; título, "Flora e Fauna"; Fotografia, Carter Smith,editor de Moda, Paulo Cavaco; cabelo, Serge Normant do Serge Normant no JohnFrieda, Maquiagem, Polly Osmand, Manicure, Bernadette Thompson; estilista Prop,Stefan Beckman.

Veranika Antsipava | Allure March 2011 (Photograph: Carter Smith)Veranika Antsipava | Allure March 2011 (Photograph: Carter Smith)

VERANIKA ANTSIPAVA | VOGUE CHINA MARCH 2011

Nos anais da história editorial da revista, a redefinição de uma história para a publicação em um mercado diferente, tem aproximadamente o mesmo nível dequebrar buzz notícia como um coma em andamento. No entanto, a história que sedesenrola diz mais sobre a Revista Mountain e meus hábitos de compras periódicasdo que sobre o vasto império Condé Nast. A história é simples. Tendo feito a minhacompra mensal regular da Vogue China, descobri que Veranika Ford Antsipavarecursos no 2011 edição de março fotografado por Carter Smith em "cuidados da pele" editorial curiosamente intitulado "Lazy = Feio." Bem, acontece que esta história também correu como um editorial de moda adequado no Allure março 2011sob o título ". Flora e Fauna" tosser Pretentious que eu sou, eu não tenho esse problema real (ou qualquer) do Allure. No final, porém o meu problema é referênciaVogue China. O que posso dizer é que a editora de beleza Solo Li faz uma refeiçãodeste disparar pelo preenchimento de várias páginas de apoio com tiros de produtos cosméticos e caracteres chineses suficiente para encher um clube de comédia de Xangai. Veredicto: comprar Allure Março de 2011, economizar R $ 25,e ver o caminho mais do modelo da Bielo-Rússia, a quem todos nós fantasia.



Créditos incluem: Publicação, Vogue China Março de 2011; título, "Lazy = Feio";Fotografia, Carter Smith, editor de Moda, Paulo Cavaco; cabelo, Serge Normant doSerge Normant no John Frieda, maquiagem, Polly Osmand, Manicure, BernadetteThompson ; estilista Prop, Stefan Beckman, editor sênior da beleza, Solo Li.



Publicação, Allure Março de 2011; título, "Flora e Fauna"; Fotografia, Carter Smith,editor de Moda, Paulo Cavaco; cabelo, Serge Normant do Serge Normant no JohnFrieda, Maquiagem, Polly Osmand, Manicure, Bernadette Thompson; estilista Prop,Stefan Beckman.


Veranika Antsipava | Allure March 2011 (Photograph: Carter Smith)Veranika Antsipava | Allure March 2011 (Photograph: Carter Smith)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

THIAGO MERKLE ॐ: Macacão: a peça do momento!

THIAGO MERKLE ॐ: Macacão: a peça do momento!: "Macacão: a peça do momento! A moda está experimentando um revival do macacão. Nas passarelas, ele foi o look chave de várias coleções. Em t..."

Macacão: a peça do momento!


Macacão: a peça do momento!

A moda está experimentando um revival do macacão. Nas passarelas, ele foi o look chave de várias coleções. Em tecidos e cortes diferentes, ele fica no meio termo entre a praticidade e a pegada fashion. Emblema dos embalos dos anos 1970, o macacão era uma das peças mais vistas no concorrido Studio 54. Segundo  ele continua forte este ano, tanto em looks de verão quanto de inverno. Confira!

Na medida para o trabalho

Macacões feitos com base de alfaiataria surgiram nos anos 1970 como parte da revolução que tornou a calça fundamental para a mulher que entrava no mercado de trabalho. Defendido por Yves Saint Laurent, ele se tornou uma forma rápida de atingir um look poderoso. Mais simples, os modelos atuais fazem boa parceria com cintos e joias.

Utilitário chic

Historicamente, o macacão nasceu como uniforme de pilotos, mecânicos e soldados e se tornou peça obrigatória para as mulheres trabalhadoras durante a Segunda Guerra Mundial, quando elas substituíram os homens nas fábricas. A aviadora (e musa fashion) Amelia Earhart aderiu ao look nos anos 1930, inspirando designers até hoje. Basta dar uma olhada na proposta da Maison Martin Margiela abaixo.

Macaquinhos

Eles foram a peça mais usada nas praias durante as décadas de 1940 e 1950. Mais tarde, viraram looks infantis. Lançado nos anos 1940 pela designer de sportswear Claire McCardell, eles se tornaram casuais trinta anos depois e viraram peça básica nos anos 1980.  Hoje, são uma alternativa fresh a saias e shorts.

Jardineiras

Outra estrela que veio da Segunda Guerra foi o macacão estilo jardineira, sucesso nos anos 1970. Agora, com tecidos luxuosos, ganhou uma pegada nova. Mas a cintura alta e o gabardine ou couro ainda dão um toque retrô a algumas peças.


Studio 54

Coloridos, exagerados, sexy, eles lembram a era disco. Socialites e celebridades deixavam os vestidos de lado para usar macacões nas noitadas mais fervidas. Hoje, os estilistas estão trazendo esse espírito de volta, com cores brilhantes e propostas para noite.

Decote cruzado

A amarração na nuca surgiu nos anos 1930, como uma proposta da estilista Madeleine Vionnet em um vestido de noite. A ideia virou mania nas roupas de praia dos anos 1930 e 1950. Mais tarde, foi adotada pela casa Halston, com um corte moderno, que caiu sob medida para os macacões. Agora, a sacada volta às passarelas.

Capuz

O capuz deu um novo visual aos macacões atuais. Mas sua origem vem dos anos 1970 e 1980. Foi forte nas coleções de Yves Saint Laurent, inspirado em vestes do Oriente Médio. Halston também aderiu aos capuzes, colocando-os em seus vestidos fluidos de jérsei, enquanto o tunisiano Azzedine Alaïa o tornou sua assinatura, criando vários vestidos de tricô com capuz. Os modelos de hoje trazem capuzes que praticamente emendam num drapeado sobre o busto.
Outra estrela que veio da Segunda Guerra foi o macacão estilo jardineira, sucesso nos anos 1970. Agora, com tecidos luxuosos, ganhou uma pegada nova. Mas a cintura alta e o gabardine ou couro ainda dão um toque retrô a algumas peças.

Studio 54

Coloridos, exagerados, sexy, eles lembram a era disco. Socialites e celebridades deixavam os vestidos de lado para usar macacões nas noitadas mais fervidas. Hoje, os estilistas estão trazendo esse espírito de volta, com cores brilhantes e propostas para noite.

Decote cruzado

A amarração na nuca surgiu nos anos 1930, como uma proposta da estilista Madeleine Vionnet em um vestido de noite. A ideia virou mania nas roupas de praia dos anos 1930 e 1950. Mais tarde, foi adotada pela casa Halston, com um corte moderno, que caiu sob medida para os macacões. Agora, a sacada volta às passarelas.

Capuz

O capuz deu um novo visual aos macacões atuais. Mas sua origem vem dos anos 1970 e 1980. Foi forte nas coleções de Yves Saint Laurent, inspirado em vestes do Oriente Médio. Halston também aderiu aos capuzes, colocando-os em seus vestidos fluidos de jérsei, enquanto o tunisiano Azzedine Alaïa o tornou sua assinatura, criando vários vestidos de tricô com capuz. Os modelos de hoje trazem capuzes que praticamente emendam num drapeado sobre o busto.





quarta-feira, 11 de maio de 2011

O militarismo está mais vivo do que nunca


O militarismo está mais vivo do que nunca

Robert Geller: verão 2011.
Resolvi começar falando de uma tendência que parece ultrapassada, mas não está! Muito pelo contrário. Reapareceu com força total na semana de Moda de Nova York. E ainda mostrará sua carinha nas próximas semanas.
Há algum tempo, o militar vem deixando o patamar de tendência para virar um clássico no guarda-roupa masculino. O estilo se afirma a cada nova coleção, se reinventando e fugindo cada vez mais dos clichês. Tendência é isso: uma verdadeira enxurrada de informações que podem ser ditadas nas passarelas ou simplesmente em guetos e ruas de uma grande metrópole. Um vai e vem enlouquecedor!
Mas, muita calma! É preciso cuidado na hora de montar um look militar, para não ficar caracterizado como um soldado voltando da guerra. É claro que não é essa a intenção, certo? A melhor pedida é a mistura. Uma peça militar pode ser perfeitamente mixada com uma do street wear ou ainda com outras mais clássicas. Ai vale fazer o dever de casa na frente do espelho.
A inspiração militar está presente na moda desde o fim da Segunda Guerra Mundial, quando os tecidos de cor verde oliva dos uniformes predominavam na indumentária masculina. Seu maior revival ocorreu nos anos 1980, quando os estilistas mostraram em suas coleções uma forte influência militar – mas ficaram muito distantes do gosto masculino. Em meados de 2008, ela voltou, e para ficar!
A tendência militar não se caracteriza somente pelos tons de verde e cáqui. Pode ser identificada pelos cortes, lapelas e aplicações. As parcas, os trench coats e os paletós ainda estão presentes, mas a diferença é o corte: mais limpo e estruturado. Alguns estilistas optam pelos detalhes mais sutis, mas mesmo assim as peças trazem a força do look militar. Tim Hamilton, por exemplo, optou por misturar coturnos com alfaiataria. Já Michael Bastian combinou o camuflado com a estampa de leopardo. Pode procurar no seu armário, o militar com certeza já esteve (ou está) por lá. Se não estiver, é uma ótima hora para dar uma renovada no que já virou clássico. Na próxima semana falarei da evolução dos ternos. Aguarde!

Parka, você sabe o que é?

É um casaco com grandes bolsos e geralmente com capuz. Foi pensado para ser usado pelos soldados nos anos 1930. Hoje em dia, ela aparece nos mais diversos tecidos e variações.

Onda verde

Cor ganha destaque em roupas, acessórios, objetos de decoração e design, trazendo de volta o clima dos anos 1970.

Com inspiração retrô influenciando as passarelas, não é surpresa que o verde abacate, um ícone dos anos 1970, tenha feito um revival tanto na moda quanto no design. A cor apareceu em várias peças, de roupas a acessórios. Emprestou sua energia a materiais como o couro, usado em casacos e luvas, e deu vida nova a bolsas e a exóticos peep-toes. Como tom de base, lavado, como apoio para estampas florais ou misturado ao lavanda ou ao dourado, o verde fica mais elegante.
Os desfiles de primavera/verão 2011 de Milão e Paris e a feira de moda masculina Pitti Uomo mostraram o verde em abundância. Em suéteres leves e em looks de couro, ele deu uma vibe vintage a várias combinações. Não faltaram estampas inspiradas nos anos 1960 e padrões roubados de temas polinésios. Alguns estilistas fundiram a cor com dourado, ferrugem e oliva, dando a ela outras dimensões.
O abacate e o oliva surgem como tons chave também na decoração. Um bom exemplo é a coleção de louças de Richard Ginori, sempre usada por grandes chefs para dar destaque especial a suas criações. No vaso de flores que desenhou para a Muuto, o designer Matti Klenell recortou a esfera verde com curvas estratégicas, aumentando o contraste com o vidro incolor. Enquanto o verde total dá charme aos headphones da Urban Ears.